domingo, 20 de novembro de 2011

Cuidado com suplementos alimentares “milagrosos”



Nas últimas décadas, ficou quase impossível para algumas pessoas viver bem apenas com refeições normais: são necessários suplementos alimentares. Apesar de levarem às pessoas alguns inquestionáveis benefícios na reposição de nutrientes, alguns suplementos passaram a ser tomados sem muito conhecimento de função e efeitos, e sem orientação de médicos ou de qualquer outro profissional da saúde, o que pode se tornar perigoso.
E os vegetais, que sempre ficaram acima do bem e do mal quando se fala em alimentação, são a base da maioria dos compostos alimentares, com o que se produzem “milagrosas” pílulas para emagrecer. Não existe uma regulação muito forte sobre o que deve ou não ser ingerido, tampouco estudos aprofundados sobre o efeito dessas pílulas em longo prazo. Geralmente, os problemas de saúde decorrentes da ingestão de pílulas para emagrecer estão no excesso: tomam demais e sofrem efeitos colaterais.
Mas não estamos falando apenas de pílulas para emagrecer. Há uma grande variedade de produtos que se atribuem as mais milagrosas funções. Um suco produzido na polinésia, chamado “Noni”, anuncia ser um eficaz estimulante da boa saúde mental, corporal e espiritual, mas alguns testes de laboratório foram suficientes para mostrar que o máximo que se consegue com ele são problemas no fígado. Outro exemplo: Gingko Biloba, que supostamente deveria realçar a memória e estimular as capacidades cognitivas, não faz nenhum efeito no cérebro. Também há o caso de um suplemento glicogenado que deveria aliviar a artrite, mas não passa de uma pílula de açúcar.
A situação não é tão ruim quando a pessoa toma um produto esperando um efeito que não acontece: nesse caso, é pelo menos um placebo. O grande problema é quando eles ainda causam problemas, como mostra o exemplo do suco que dá problemas hepáticos.
Outro alerta dos especialistas diz respeito aos suplementos vitamínicos: para algumas vitaminas, são atribuídas propriedades curativas que podem livrar o ser humano da anemia, gripe, subnutrição, o diabo. Mas as vitaminas podem também ter efeitos colaterais danosos. A vitamina C, por exemplo, que desde a época das navegações livra os piratas do escorbuto, diminui a eficiência da quimioterapia em quem faz tratamento para o câncer. Ela também não pode evitar nenhum tipo de câncer, tampouco a vitamina E, como já foi propagandeado. Alguns estudos chegaram mesmo a comprovar que alguns suplementos multivitamínicos vendidos nos EUA continham veneno!
Os cientistas especializados no assunto apelam para que haja um maior controle oficial sobre a comercialização de produtos desse tipo, já que os órgãos de vigilância competentes, ao que parece, não dão conta de fazer um levantamento sobre os prós e contras de cada produto antes que ele chegue às lojas. Alguns passam pelo controle justamente pela falta de estudos aprofundados sobre as substâncias que os compõem. Ao consumidor, resta alertar cuidado: a resposta a todos os seus problemas de saúde não pode estar em um único suco ou comprimido. Não há um elixir da saúde total e absoluta

Dormir para emagrecer – funciona?


Dormir entre sete e oito horas por dia pode ajudar as pessoas a perder peso, mostrou uma pesquisa feita por uma empresa americana de consórcios na área da saúde. Contudo, o número de horas deve ser levado a sério, pois dormir mais de oito horas pode deixar seu corpo inativo, mas dormir menos pode elevar o nível de estresse, o que aumenta a vontade de “comer besteiras”. Cerca de 500 pessoas consideradas obesas, com idade média de 55 anos, participaram do estudo.
Eles foram convidados a participar de 22 sessões de aconselhamento, definir uma dieta de 500 calorias diárias e aumentar a frequência de exercícios físicos para pelo menos três horas por semana. Foi pedido, também, que eles mantivessem um diário de seus hábitos, incluindo o padrão de sono e o nível de estresse. Depois de seis meses, 60% dos participantes perdeu aproximadamente 4,5 quilos.
Os pesquisadores verificaram que as pessoas que tiveram mais sucesso no regime foram aqueles que disseram dormir entre seis e oito horas por noite. Os que obtiveram piores resultados foram aqueles que tinham níveis altos de estresse e dormiam menos que seis horas. “Este estudo sugere que, quando as pessoas tentam perder peso, deveriam dormir bem para diminuir o estresse”, disse o médico Charles Elder, autor do estudo. “Algumas pessoas deveriam cortar coisas de sua agenda e tentar ir para cama mais cedo. Outros poderiam acabar descobrindo que os exercícios físicos ajudam a diminuir o estresse, além de dar mais sono. Algumas técnicas, como meditação, podem ajudar”, disse o médico.

Porque você não consegue emagrecer: alimentos diet não satisfazem


Sua mente é bem mais complicada que seu estômago. Segundo um novo estudo, quando você come uma “porcaria”, você se sente mais satisfeito do que quando consome um alimento que supostamente é melhor para a saúde.
Pesquisadores americanos analisaram se o estado de espírito – crenças e expectativas – enquanto se come um alimento pode influenciar a fisiologia do corpo mais do que o valor nutricional da comida.
Para isso, eles mediram os níveis de grelina, um hormônio liberado no estômago em resposta à fome. Quando o sangue tem altos níveis de grelina, envia sinais para o cérebro para que ele saiba que você quer se alimentar. Conforme você come, os níveis de grelina diminuem, o que reduz o apetite e faz você se sentir satisfeito.
46 voluntários, com idades entre 18 e 35 anos, participaram do estudo. Eles foram informados de que experimentariam dois novos milkshakes: um foi rotulado como gorduroso, com 620 calorias, e o outro foi rotulado como sem gordura, com 140 calorias. O truque era que ambos eram milkshakes de baunilha iguais, com 380 calorias.
Os voluntários classificaram o milkshake sem gordura como mais saudável e ficaram mais “tranquilos” quanto a tomá-lo. Porém, seus corpos contaram uma história diferente. Seus níveis de grelina permaneceram estáveis ou ligeiramente altos enquanto os participantes o tomavam, sugerindo que eles não estavam fisiologicamente satisfeitos com a bebida.
Quando os participantes beberam o milkshake “gorduroso”, cujo rótulo o descrevia como “o paraíso em um copo”, os níveis de grelina aumentaram na expectativa da bebida, seguido por um declínio acentuado após consumi-la. Isso indica que eles tinham mais vontade de beber o gorduroso, e ficavam mais satisfeitos com ele.
Curiosamente, porém, os níveis de fome mostraram pouca mudança após as bebidas. A grande queda nos níveis de grelina deve ser acompanhada por uma grande queda nos níveis de fome. Os pesquisadores esperavam que beber o milkshake sem gordura diminuiria a fome, mas o oposto ocorreu.
Segundo os pesquisadores, a ideia de ter que “se conter” (comer pouco, comer saudável), não importa o que se está comendo, pode comprometer a resposta fisiológica do corpo, prejudicando todo o esforço de dieta.
Eles aconselham que as pessoas tenham uma mentalidade diferente quando estiverem tentando perder ou manter peso. Elas devem acreditar que o alimento será suficiente para satisfazer suas necessidades nutricionais e fome.
Alimentos não saudáveis que utilizam suas virtudes saudáveis como propaganda (barrinhas de cereais cobertas com chocolate, por exemplo), podem ser duplamente prejudiciais. Seus rótulos são enganosos e imprecisos, e além de tudo podem afetar a percepção das pessoas sobre o alimento e, consequentemente, a resposta do seu organismo a ele.

Como um amigo pode lhe ajudar a perder peso


Perder peso não é fácil – grande novidade. São necessários empenho, determinação, e comprometimento para percorrer um caminho tão longo que dá vontade desistir antes de alcançar o objetivo (ou perdê-lo).
E o que você possui que mais combina com comprometimento, empenho e longa jornada? Uma boa amizade. Com um amigo próximo, em quem você pode confiar, lhe apoiando, é bem mais provável que você consiga atingir a meta de se livrar de uns quilinhos.
Escolha alguém com que você fica confortável, alguém com que você possa contar quando mais precisar, alguém com que você possa compartilhar suas conquistas, e use esse amigo em sua busca pela perda de peso. De que forma?
Ligue imediatamente para ele quando seus desejos de comer estiverem explodindo. Quando você estiver com um desejo insaciável de correr para a padaria mais próxima, pegue o telefone e disque para seu amigo para que ele lhe convença em comer uma fruta ao invés disso.
Dividam receitas saudáveis, dicas de musculação, DVDs de ginástica e revistas de saúde. O tédio pode levá-lo para longe da sua meta, assim procure ter novas ideias de refeições, exercícios, e ouça muita música com seu amigo de dieta.
Se exercitem juntos. Estabeleçam datas de exercício por semana. O tempo vai passar muito mais rápido se vocês conversarem o tempo todo, e quando vocês definirem os treinos em sua agenda, verão resultados mais rápidos. Assim, também é menos provável que você perca um dia de treino, já que sabe que seu amigo estará lhe esperando.
Criem metas em conjunto. Não importa se ambos querem perder cinco quilos ou estão treinando para uma maratona, ter alguém para compartilhar seus objetivos ajuda a persegui-los e alcançá-los. E uma vez que vocês conseguirem, poderão comemorar juntos.
E, finalmente, mande um e-mail para seu amigo todas as noites, contando o que você comeu naquele dia. Isso lhe manterá mais responsável (por saber que um outro par de olhos está de olho em você).

Até os bebês estão obesos: como fomos parar aqui?


Uma criança de 4 anos chegou mancando no hospital. Ele estava carregando tanto peso que deslocou seus quadris. O menino, um exemplo extremo de obesidade infantil, tem mais de 45 quilos e um índice de massa corporal (IMC) 99% acima de sua faixa etária.
Na semana passada, o Instituto de Medicina americano divulgou seu primeiro relatório enfocando políticas de prevenção da obesidade para crianças menores de 5 anos de idade.
Nos EUA, quase 10% dos bebês e crianças pequenas carregam excesso de peso para seu comprimento. 1 em cada 5 crianças de 2 a 5 anos está acima do peso ou obesa – antes mesmo de entrar no jardim de infância.
Crianças obesas mostram anormalidades metabólicas na insulina, nas enzimas do fígado e no colesterol, problemas geralmente detectados em adultos mais velhos.
Médicos contam que já viram sinais de artrite e diabetes em crianças de 8 anos. Os pacientes têm elevada resistência à insulina e consequente descoloração da pele em torno dos pescoços e braços. Elas não estão doentes ainda, mas caminham nessa direção.
Segundo especialistas, má alimentação, tamanho grande de porções, falta de atividade física, sono inadequado e pais desinformados estão contribuindo para um maior número de crianças com sobrepeso e jovens obesos.
As famílias e adultos que cuidam das crianças podem, sem querer, fazer escolhas alimentares ruins. A boa notícia é que essa é uma idade ideal para fazer mudanças de estilo de vida. Os pais têm mais controle sobre o que criança come, em comparação com os adolescentes.
Um dos problemas observados pelos especialistas é de que as crianças jovens estão constantemente bebendo calorias vazias, como bebidas energéticas, suco de frutas e outras bebidas açucaradas.
Os bebês ficam só na mamadeira muito tempo, e quando passam para outras bebidas, ficam tomando golinhos constantemente, durante todo o dia.
O problema é que há uma desconexão na mente das pessoas: as mães não sabem direito as consequências disso. Por exemplo, elas estão acostumadas a pensar que suco é bom, mas não percebem todo o açúcar que vem neles.
Porém, nem todos os problemas têm a ver apenas com estilo de vida. Há o caso de uma menina, Tylynn, que com oito semanas ganhou 2,72 quilos em duas semanas. Os médicos ficaram intrigados. A criança começou a ganhar peso drasticamente em 18 meses.
A mãe tomou várias medidas, e nada funcionou. A família transformou a dieta em apenas frutas, legumes e carnes magras. Tylynn e sua irmã mais nova dançam e fazem aulas de natação e caminhadas. Enquanto sua irmã mais nova é magra, a menina continua obesa.
Foi quando descobriram, na idade de 4, que Tylynn tinha hipometabolismo, o que faz com que seu corpo queime energia lentamente e, portanto, ganhe peso rapidamente. A mãe se sente muito mal, contando que não consegue mais suportar aquele olhar de “quanta comida você está dando para sua filha?”.
E para os pequenos obesos também é ruim. Além do desgaste físico, a obesidade pode ter um efeito emocional de longa duração nas crianças, como depressão.
Entretanto, como a maioria dos casos é devido a estilo de vida, a situação geralmente tem concerto. Confira recomendações de pediatras para criar um bebê saudável:
Antes do nascimento: o bebê tem mais chances de ser obeso se seus pais forem obesos. Durante a gravidez, a saúde da mãe, como seu aumento de peso e diabetes gestacional, são fatores de risco para a obesidade do bebê. Comer por dois durante a gravidez é errado. Comer por dois não significa comer em dobro.
Bebês: estudos mostram que bebês alimentados com fórmulas (ao invés de amamentados), e que recebem alimentos sólidos antes dos quatro meses, têm maior risco de se tornarem obesos. Crianças alimentadas com fórmula podem consumir mais alimentos e calorias. O Instituto de Medicina americano recomenda amamentação durante a infância. A Academia Americana de Pediatria aconselha as mães a amamentarem exclusivamente durante os primeiros seis meses, podendo continuar a amamentação por um ano.
Crianças: o crescimento das crianças deve ser monitorado pelos profissionais de saúde porque os pais tendem a subestimar o peso de seus filhos. Existe uma crença popular de que um bebê gordinho é um bebê saudável, e que logo as crianças vão crescer e emagrecer. Essa visão é errada. Um estudo mostrou que apenas metade dos pais de crianças obesas reconhece que seu filho está acima do peso.
Crianças pré-escolares devem ser encorajadas a se exercitarem durante o dia. Elas devem brincar ao ar livre, ter acesso a playgrounds ou gramados e um ambiente adequado em creches. Alimentação, atividade física e TV não devem ser usados como incentivo ou punição; especialistas dizem que há outros meios de promover comportamentos ou desestimulá-los.
Os adultos devem dar o exemplo de uma alimentação saudável e incentivar as crianças a comerem frutas, legumes, proteínas magras, cereais integrais e laticínios de baixa ou sem gordura. As crianças devem dormir bem (e poder dormir mais), porque as mais pesadas dormem menos que as crianças de peso normal. A TV afeta o sono dos pré-escolares: os especialistas também aconselham limitação do tempo na frente das telas, o que por sua vez também limita a exposição a anúncios de comidas não saudáveis.

Nova dieta muito eficaz: levar somente dinheiro ao supermercado


Uma nova ideia, bem simples, pode ser a melhor solução para quem quer emagrecer: se tem uma coisa mais realista do que assumir que está acima do peso, é simplesmente não ter dinheiro.
Agora, você pode usar isso a seu favor: a dor de pagar por sua comida em dinheiro pode reduzir os gastos com alimentos não saudáveis.
Segundo uma nova pesquisa, quando você tem que tirar aquela nota do seu bolso para bancar certos vícios alimentícios como bolachas, sorvetes e batatas fritas, a sua probabilidade de desistir deles é maior.
Os melhores amigos da mulher – o cartão de crédito e de débito – são um perigo ainda maior no supermercado: eles levam a mais compras de impulso.
No primeiro dos vários experimentos da pesquisa, os cientistas analisaram os recibos de uma amostra aleatória de 1.000 clientes fiéis em uma cadeia de supermercados durante um período de seis meses.
Os pesquisadores observaram que tipos de alimentos foram adquiridos em 100 categorias diferentes, bem como o método de pagamento.
Antes de analisar os recibos, eles observaram se os consumidores se percebiam como saudáveis ou não, e se compravam por impulso ou planejadamente.
O estudo constatou que o método de pagamento parecia enfraquecer o controle dos impulsos das pessoas: os consumidores compravam mais itens considerados não saudáveis quando pagavam com cartões do que quando usavam dinheiro.
Os pesquisadores também notaram que os consumidores que faziam compras nos fins de semana tinham menos probabilidade de serem impulsivos e tendiam a obedecer à lista.
A maior surpresa foi que os cartões de débito tiveram o mesmo efeito psicológico dos cartões de crédito. Embora cartões de débito sejam equivalentes ao dinheiro – uma vez que a grana que você gastou é quase que imediatamente deduzida de sua conta – a abstração do pagamento com o cartão influenciou as decisões de compra do consumidor.
Em outras palavras, as pessoas não sentem a “dor no bolso” com qualquer tipo de cartão, como acontece ao sacar dinheiro.
Os pesquisadores consideraram, entretanto, que esses padrões de gastos pudessem ser um contraste entre os famosos “mãos de vaca” contra “compradores compulsivos”.
Eles resolveram analisar essa questão, observando 125 alunos fazendo uma tarefa comercial simulada por computador.
Os “pães-duros” foram mais propensos a comprar produtos impulsivos quando usavam cartão de crédito ao invés de dinheiro, mas o método de pagamento teve pouca influência sobre os gastadores compulsivos.
Curiosamente, o método de pagamento não teve efeito sobre a compra de produtos saudáveis virtualmente, por exemplo, iogurte sem gordura ou pão integral. Produtos virtuais não produzem arrependimentos, e você pode facilmente justificar gastar dinheiro com eles.
Mas a conclusão geral é: alimentos gordurosos produzem mais arrependimentos quando suscetíveis à dor do pagamento. Então, uma “dieta” de ir ao mercado somente com dinheiro seria o novo segredo para um corpo perfeito?
Para os consumidores com dificuldade de controlar seu consumo impulsivo, pode ser uma boa ideia. As vantagens do autocontrole relacionado a pagar em dinheiro podem compensar as desvantagens para algumas pessoas

Procure novas estratégias para se manter em forma


Um dos maiores medos das pessoas que conseguem perder peso é o de não conseguir manter a boa forma por muito tempo. Muitas vezes, manter o peso ideal é ainda mais difícil que perder os quilinhos extras.
É intuitivo pensar que para manter o peso devam ser utilizadas as mesmas estratégias que deram certo para o emagrecimento, mas não é bem assim. Pesquisadores descobriram que as técnicas usadas pelas pessoas que conseguem manter o peso são diferentes das que elas usaram para perdê-lo. Entender essas diferenças pode ser fundamental para se manter magro por um prazo mais longo.
Um dos motivos que faz com que manter o peso seja mais difícil do que fazer dietas para emagrecer é a motivação, que vai minguando ao longo do tempo. De acordo com um representante da Associação Americana Dietética, é comum que entre 3 e 5 anos todo o peso que uma pessoa perdeu retorne por essa razão.
Mas afinal, o que funciona para manter o peso? Um estudo relacionou a manutenção do peso com os nossos pensamentos. Obviamente, sozinhos os pensamentos não ajudam a perder peso; as dietas e exercícios não devem parar. Mas nossa cabeça pode ajudar, de duas formas: a primeira é sempre nos lembrando o motivo pelo qual devemos controlar nosso peso. A segunda é nos dando pequenas gratificações depois de atingirmos metas de dietas e exercícios.
Alguns outros pesquisadores são céticos com a hipótese e afirmam que é preciso mais do que motivação própria para perder e manter o peso. Para Robert Jeffery, diretor do Centro de Prevenção de Obesidade da Universidade de Minnesota, o importante não é saber o que se deve fazer, mas como fazer.
O que dificulta na manutenção de peso são as ações práticas, que vão desde fazer mais exercícios do que a maioria das pessoas até dietas muito mais saudáveis do que o comum. Isso auxilia muitos ex-gordinhos, mas é uma luta constante.
Nem sempre é fácil manter a motivação e ter pensamentos saudáveis. De acordo com Jeffery, muitas pessoas que conseguem manter a boa forma não seguem uma única dieta todos os meses. A mudança é necessária, afinal é impossível viver desejando se alimentar das mesmas coisas e fazendo os mesmos tipos de exercício sempre.
Para manter um peso saudável, alie pensamentos que te lembrem o porquê você deve controlar a alimentação e exercícios, mas não se esqueça de variar essas práticas ao longo dos meses. Desanimar com um único tipo de dieta é comum, e assim as chances de cair fora dela aumentam (e de engordar também)